É tão absurdo e tão incompreensível a forma pela qual eu ainda insisto em coisas assim. Se eu deixasse fluir não seria mais fácil? Se eu me preocupasse menos, seria diferente? Se eu ignorasse, iria persistir em me procurar? Se… Se… Tantas perguntas e pouquíssimas respostas. Não há como pensar nisso, não há motivos, nem razões. É quase sempre nessa mesma ordem, bate a esperança. Depois corre para perto o medo, a insegurança. Aí vem a coragem. Logo em seguida, vem o desânimo, a desvantagem. E por fim… O fim do que nem teve oportunidade de começar. Eu realmente não me entendo. Eu nem se quer sei – exatamente – o que se passa comigo, como irei me entender? É incrível. Eu me confundo. Eu me surpreendo. Eu me arrisco. (…) E acaba assim.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
E mais uma vez… Me enganei.
É tão absurdo e tão incompreensível a forma pela qual eu ainda insisto em coisas assim. Se eu deixasse fluir não seria mais fácil? Se eu me preocupasse menos, seria diferente? Se eu ignorasse, iria persistir em me procurar? Se… Se… Tantas perguntas e pouquíssimas respostas. Não há como pensar nisso, não há motivos, nem razões. É quase sempre nessa mesma ordem, bate a esperança. Depois corre para perto o medo, a insegurança. Aí vem a coragem. Logo em seguida, vem o desânimo, a desvantagem. E por fim… O fim do que nem teve oportunidade de começar. Eu realmente não me entendo. Eu nem se quer sei – exatamente – o que se passa comigo, como irei me entender? É incrível. Eu me confundo. Eu me surpreendo. Eu me arrisco. (…) E acaba assim.
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Amei aqui, de verdade *-* to te seguuindo. Segue? beijiinhos :*
ResponderExcluirgostei muuito ;] to te seguindo fofa ;))
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